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Vibe Coding28 / 40
  1. 01O que é vibe coding (e o que não é)
  2. 02De escrever código a dirigir a intenção
  3. 03O ciclo: contexto → plano → geração → revisão
  4. 04O arsenal: visão geral do nosso stack de IA
  5. 05Quando não usar vibe coding
  6. 06Da ideia ao protótipo em horas
  7. 07Claude para brainstorm de produto e PRD
  8. 08Claude Artifacts para mockups instantâneos
  9. 09Lovable: do prompt ao app funcional
  10. 10Google AI Studio: prototipando com Gemini
  11. 11Lovable × Claude × Google Studio: quando usar cada um
  12. 12Claude Code: o par de programação que conhece o monorepo
  13. 13Anatomia de um bom prompt de engenharia
  14. 14Plan mode: planejar antes de gerar
  15. 15Skills e slash commands (/investigate, /review, /ship)
  16. 16Refactors e migrations em massa
  17. 17Debugging com IA: do stack trace à causa raiz
  18. 18Supabase: a espinha dorsal de dados
  19. 19Modelagem com Drizzle ORM
  20. 20RLS na prática: a regra que não tem exceção
  21. 21Migrations SQL à mão e o drift DB↔Drizzle
  22. 22Auth com Google OAuth no Supabase
  23. 23Realtime, Storage e o resto do Supabase
  24. 24Trigger.dev: o piloto automático
  25. 25Seu primeiro job agendado
  26. 26Workflows com retry e observabilidade
  27. 27IA em background: resumos e narrativas
  28. 28Deploy do Trigger.dev e as pegadinhas
  29. 29Evolution API: WhatsApp como canal de produto
  30. 30Instância por usuário e gestão centralizada
  31. 31IA gerando resumos de conversa
  32. 32Boas práticas e armadilhas no WhatsApp
  33. 33Integrando APIs de terceiros com IA
  34. 34Anthropic SDK: Claude dentro do produto
  35. 35Resend: e-mail transacional que chega
  36. 36Google Analytics, Search Console e Ads
  37. 37Rate limit, retry, idempotência e secrets
  38. 38GitHub: CI/CD e AI Code Review como portão de qualidade
  39. 39Deploy no Google Cloud Run
  40. 40A cultura por trás do vibe coding (e o futuro)
Vibe CodingParte 28 de 40

Deploy do Trigger.dev e as pegadinhas

2 min de leitura
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Vibe Coding

Fecha o Módulo 4 com a parte que mais nos custou tempo na prática: colocar Trigger.dev em produção. São pegadinhas chatas de descobrir e óbvias depois de conhecidas. Documentar isso é Lealdade a Dados aplicada ao nosso próprio histórico de erros.

Pegadinha 1 — Schedules só sincronizam no deploy

A mais importante: mudou o cron? Precisa fazer deploy. Alterar o agendamento no código e não deployar significa que o agendamento antigo continua valendo. Você jura que mudou pra 6h, mas roda às 8h porque o deploy não aconteceu. Toda mudança de schedule = deploy.

Pegadinha 2 — Pinar a CLI na versão do SDK

Rodar o deploy com uma versão da CLI diferente da versão do SDK gera erro confuso, difícil de diagnosticar. A regra: pinar a CLI à versão do SDKnpx trigger.dev@<versão> deploy. Não use a CLI global "qualquer versão".

Pegadinha 3 — Timezone no cron

Já apareceu no #25, mas merece repetição porque é fácil esquecer: cron sem fuso roda no fuso do servidor. Declare o agendamento como objeto { pattern, timezone } pra rodar no horário do Brasil. Senão, "o job das 6h" chega na madrugada.

Pegadinha 4 — Worktree sem node_modules

Detalhe do nosso fluxo: worktrees criados em .superset/worktrees vêm sem node_modules. Antes de buildar ou deployar a partir de um, rode pnpm install. Esquecer disso gera "erro de dependência" que não é erro de código.

O checklist de deploy de job

Antes de dizer "o job está no ar":

  1. Fez deploy depois de mexer no schedule? (senão, schedule velho)
  2. CLI pinada na versão do SDK?
  3. Cron com timezone correto?
  4. Job é idempotente (sobrevive a retry/redeploy)?
  5. Disparou manual e olhou o log pelo menos uma vez?

Vibe coding e a documentação das pegadinhas

A IA acelera escrever o job, mas não conhece as nossas pegadinhas operacionais — a menos que a gente conte. Por isso elas viram este post e entram no contexto do time. Conhecimento de operação documentado é o que evita o time inteiro tropeçar na mesma pedra.

Fechando a automação

Você viu o porquê (#24), o primeiro job (#25), resiliência e observabilidade (#26), IA em background (#27) e agora o deploy sem dor. Com automação no lugar, o próximo módulo entra no canal que mais fala com o cliente: o WhatsApp.

⚠️ Armadilha #28: mexer no schedule, testar local, ver funcionar e achar que está no ar. Sem deploy, produção segue com o agendamento antigo. "Funcionou na minha máquina" vale menos ainda pra job agendado.

Fim do Módulo 4 — Trigger.dev. Próximo: Módulo 5 (#29) — Mensageria com Evolution API.

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