O arsenal: visão geral do nosso stack de IA
Vibe coding não é uma ferramenta — é um conjunto delas, cada uma boa numa parte do caminho. Este post é o mapa do arsenal que a gente usa no ClubPetro, e funciona como índice dos próximos módulos da série.
Da ideia ao protótipo (Módulo 1)
- Claude (chat/artifacts) — brainstorm de produto, PRD, mockups instantâneos. Onde a ideia ganha forma antes de virar código.
- Lovable — do prompt a um app funcional. Ótimo pra validar UI e fluxo rápido, em low/no-code.
- Google AI Studio — prototipagem com Gemini, multimodal, testes rápidos de capacidade.
A escolha entre eles é tema do post #11.
Da construção ao código (Módulo 2)
- Claude Code — o par de programação que conhece nosso monorepo: lê o repo, planeja, edita, roda comando, abre PR. É o motor do dia a dia de engenharia.
Dos dados (Módulo 3)
- Supabase — PostgreSQL gerenciado, Auth (Google OAuth), API automática. Nossa espinha dorsal de dados.
- Drizzle ORM — acesso tipado ponta a ponta ao banco.
Da automação (Módulo 4)
- Trigger.dev — jobs agendados e workflows com retry e observabilidade. O trabalho que roda enquanto a gente dorme.
Da mensageria (Módulo 5)
- Evolution API — WhatsApp como canal de produto, com instância por usuário e resumos gerados por IA.
Das integrações (Módulo 6)
- Anthropic SDK — coloca o Claude dentro do produto, como feature.
- Resend — e-mail transacional.
- Google Analytics / Search Console / Ads — dados de marketing.
Da qualidade e deploy (Módulo 7)
- GitHub Actions + AI Code Review — o portão que segura a barra.
- Google Cloud Run — onde o produto roda em produção.
A regra que vale pra todo o arsenal
Ferramenta nenhuma dispensa as três coisas: contexto bom, revisão humana e Lealdade a Dados (medir se funcionou). O arsenal acelera; o julgamento continua seu.
⚠️ Armadilha #4: colecionar ferramenta por hype. A pergunta certa nunca é "essa IA é legal?", é "essa IA resolve melhor uma etapa real do nosso fluxo?". Se não resolve, é distração.
Próximo da série: #05 — Quando não usar vibe coding.