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Vibe Coding2 / 40
  1. 01O que é vibe coding (e o que não é)
  2. 02De escrever código a dirigir a intenção
  3. 03O ciclo: contexto → plano → geração → revisão
  4. 04O arsenal: visão geral do nosso stack de IA
  5. 05Quando não usar vibe coding
  6. 06Da ideia ao protótipo em horas
  7. 07Claude para brainstorm de produto e PRD
  8. 08Claude Artifacts para mockups instantâneos
  9. 09Lovable: do prompt ao app funcional
  10. 10Google AI Studio: prototipando com Gemini
  11. 11Lovable × Claude × Google Studio: quando usar cada um
  12. 12Claude Code: o par de programação que conhece o monorepo
  13. 13Anatomia de um bom prompt de engenharia
  14. 14Plan mode: planejar antes de gerar
  15. 15Skills e slash commands (/investigate, /review, /ship)
  16. 16Refactors e migrations em massa
  17. 17Debugging com IA: do stack trace à causa raiz
  18. 18Supabase: a espinha dorsal de dados
  19. 19Modelagem com Drizzle ORM
  20. 20RLS na prática: a regra que não tem exceção
  21. 21Migrations SQL à mão e o drift DB↔Drizzle
  22. 22Auth com Google OAuth no Supabase
  23. 23Realtime, Storage e o resto do Supabase
  24. 24Trigger.dev: o piloto automático
  25. 25Seu primeiro job agendado
  26. 26Workflows com retry e observabilidade
  27. 27IA em background: resumos e narrativas
  28. 28Deploy do Trigger.dev e as pegadinhas
  29. 29Evolution API: WhatsApp como canal de produto
  30. 30Instância por usuário e gestão centralizada
  31. 31IA gerando resumos de conversa
  32. 32Boas práticas e armadilhas no WhatsApp
  33. 33Integrando APIs de terceiros com IA
  34. 34Anthropic SDK: Claude dentro do produto
  35. 35Resend: e-mail transacional que chega
  36. 36Google Analytics, Search Console e Ads
  37. 37Rate limit, retry, idempotência e secrets
  38. 38GitHub: CI/CD e AI Code Review como portão de qualidade
  39. 39Deploy no Google Cloud Run
  40. 40A cultura por trás do vibe coding (e o futuro)
Vibe CodingParte 2 de 40

De escrever código a dirigir a intenção

2 min de leitura
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Vibe Coding

No post #01 a gente definiu vibe coding como deslocar o esforço da digitação para a intenção. Agora vamos fundo na mudança que isso exige de quem desenvolve — porque ferramenta nova com mentalidade velha rende pouco.

O papel do dev muda — não some

Tem um medo justo no ar: "IA vai me substituir?". A resposta honesta: ela substitui tarefas, não o julgamento. O que muda é onde seu valor mora.

AntesAgora
Valor = saber a sintaxe de corValor = saber o que construir e por quê
Tempo no boilerplateTempo no problema do cliente
"Como escrevo esse loop?""Esse é o caminho certo?"
Revisar o próprio códigoRevisar o código da IA com olhar crítico

Quem só sabia digitar rápido perde vantagem. Quem sabe pensar o problema, dar contexto e avaliar uma solução fica mais forte.

As três habilidades que passam a importar mais

1. Comunicação técnica

Descrever com precisão o que você quer é, agora, metade do trabalho. Prompt vago gera código vago. Saber explicar contexto, restrição e resultado esperado virou skill de engenharia de primeira linha.

2. Leitura crítica de código

Você vai ler muito mais código do que escrever. A habilidade de bater o olho num diff e sentir "isso está certo / isso cheira mal" é o que separa quem usa IA bem de quem só aceita sugestão.

3. Pensamento de arquitetura

A IA é excelente no tático ("escreve essa função") e fraca no estratégico ("essa é a abstração certa pro sistema inteiro?"). Esse vácuo é seu. Decisão de arquitetura é onde o humano manda.

O risco da mentalidade nova

O perigo não é a IA — é o desligamento do cérebro. Aceitar sugestão no automático, parar de entender o próprio sistema, virar um "aprovador" passivo. A vibe certa é de piloto, não de passageiro: a IA dirige trechos, você decide o destino e mantém as mãos por perto do volante.

⚠️ Armadilha #2: virar revisor preguiçoso. Se você aprova sem entender, você não está fazendo vibe coding — está terceirizando responsabilidade. O dia que der ruim, o "foi a IA" não paga a conta.

Próximo da série: #03 — O ciclo do vibe coding: contexto → plano → geração → revisão.

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Se esse jeito de pensar é o seu, vem construir com a gente — dá uma olhada nas vagas abertas.

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