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Vibe Coding29 / 40
  1. 01O que é vibe coding (e o que não é)
  2. 02De escrever código a dirigir a intenção
  3. 03O ciclo: contexto → plano → geração → revisão
  4. 04O arsenal: visão geral do nosso stack de IA
  5. 05Quando não usar vibe coding
  6. 06Da ideia ao protótipo em horas
  7. 07Claude para brainstorm de produto e PRD
  8. 08Claude Artifacts para mockups instantâneos
  9. 09Lovable: do prompt ao app funcional
  10. 10Google AI Studio: prototipando com Gemini
  11. 11Lovable × Claude × Google Studio: quando usar cada um
  12. 12Claude Code: o par de programação que conhece o monorepo
  13. 13Anatomia de um bom prompt de engenharia
  14. 14Plan mode: planejar antes de gerar
  15. 15Skills e slash commands (/investigate, /review, /ship)
  16. 16Refactors e migrations em massa
  17. 17Debugging com IA: do stack trace à causa raiz
  18. 18Supabase: a espinha dorsal de dados
  19. 19Modelagem com Drizzle ORM
  20. 20RLS na prática: a regra que não tem exceção
  21. 21Migrations SQL à mão e o drift DB↔Drizzle
  22. 22Auth com Google OAuth no Supabase
  23. 23Realtime, Storage e o resto do Supabase
  24. 24Trigger.dev: o piloto automático
  25. 25Seu primeiro job agendado
  26. 26Workflows com retry e observabilidade
  27. 27IA em background: resumos e narrativas
  28. 28Deploy do Trigger.dev e as pegadinhas
  29. 29Evolution API: WhatsApp como canal de produto
  30. 30Instância por usuário e gestão centralizada
  31. 31IA gerando resumos de conversa
  32. 32Boas práticas e armadilhas no WhatsApp
  33. 33Integrando APIs de terceiros com IA
  34. 34Anthropic SDK: Claude dentro do produto
  35. 35Resend: e-mail transacional que chega
  36. 36Google Analytics, Search Console e Ads
  37. 37Rate limit, retry, idempotência e secrets
  38. 38GitHub: CI/CD e AI Code Review como portão de qualidade
  39. 39Deploy no Google Cloud Run
  40. 40A cultura por trás do vibe coding (e o futuro)
Vibe CodingParte 29 de 40

Evolution API: WhatsApp como canal de produto

2 min de leitura
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Vibe Coding

O cliente não está esperando a gente no e-mail. Está no WhatsApp — e responde em minutos. Por isso automatizar o Whats com cuidado vale ouro. No ClubPetro usamos a Evolution API para conversar com as redes de postos direto pelo WhatsApp, com IA ajudando nos bastidores. Este post mostra como montamos isso sem cair nas armadilhas clássicas de automação de mensagem.

O problema que resolvemos

CSM atende dezenas de redes. Conversa importante se perde no meio de grupo, follow-up esquece, resumo do dia some. A Evolution API conecta o WhatsApp à plataforma e deixa a gente tratar mensagem como dado: registrável, resumível, rastreável.

Como funciona aqui

Cada usuário, sua própria instância

Ninguém manda de um número genérico de empresa. Cada usuário envia pela própria instância Evolution, amarrada no campo users.whatsapp_instance_name. O cliente continua falando com a pessoa que ele conhece — não com um "0800 robô".

Gestão centralizada, com bloqueio seguro

As instâncias são administradas de forma central. Se a instância de alguém está faltando, a ação é bloqueada — a gente prefere parar e avisar a improvisar e mandar pelo número errado.

IA nos bastidores

Os resumos diários das conversas são gerados com IA — o CSM abre de manhã e já vê o que rolou em cada rede, sem rolar histórico infinito. (Hoje parte dessa orquestração roda em n8n, com plano de migrar pro Trigger.dev pra ganhar retry e observabilidade.)

Boas práticas de automação no WhatsApp

WhatsApp pune automação mal feita — com bloqueio de número e, pior, com cliente irritado. As regras que seguimos:

  1. Personalize de verdade. Mensagem que cheira a robô queima a relação. Nome, contexto, histórico — use o que você tem.
  2. Tenha trilha. Quem mandou, quando, por qual instância. Sem rastro não há accountability.
  3. IA assiste, humano decide. A IA rascunha e resume; em caso sensível, o CSM revisa antes de enviar. Não se delega relacionamento pra um modelo.
  4. Respeite o ritmo do cliente. Volume e horário importam. Automação não é desculpa pra spam.
  5. Opt-out e bom senso. Se o cliente não quer aquele tipo de contato, isso vale mais que a régua.

O que evitamos

  • Disparo em massa genérico.
  • Número de empresa "sem dono".
  • Deixar a IA enviar sozinha mensagem de relacionamento delicado.

Automação boa no WhatsApp é a que o cliente nem percebe que existe. Ele não vê a Evolution API nem o resumo gerado por IA — ele só sente que foi atendido rápido, por alguém que lembrava do contexto dele.


Post-âncora do Módulo 5 da série Vibe Coding. Próximo da série: #30 — Instância por usuário e gestão centralizada.

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