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Vibe Coding13 / 40
  1. 01O que é vibe coding (e o que não é)
  2. 02De escrever código a dirigir a intenção
  3. 03O ciclo: contexto → plano → geração → revisão
  4. 04O arsenal: visão geral do nosso stack de IA
  5. 05Quando não usar vibe coding
  6. 06Da ideia ao protótipo em horas
  7. 07Claude para brainstorm de produto e PRD
  8. 08Claude Artifacts para mockups instantâneos
  9. 09Lovable: do prompt ao app funcional
  10. 10Google AI Studio: prototipando com Gemini
  11. 11Lovable × Claude × Google Studio: quando usar cada um
  12. 12Claude Code: o par de programação que conhece o monorepo
  13. 13Anatomia de um bom prompt de engenharia
  14. 14Plan mode: planejar antes de gerar
  15. 15Skills e slash commands (/investigate, /review, /ship)
  16. 16Refactors e migrations em massa
  17. 17Debugging com IA: do stack trace à causa raiz
  18. 18Supabase: a espinha dorsal de dados
  19. 19Modelagem com Drizzle ORM
  20. 20RLS na prática: a regra que não tem exceção
  21. 21Migrations SQL à mão e o drift DB↔Drizzle
  22. 22Auth com Google OAuth no Supabase
  23. 23Realtime, Storage e o resto do Supabase
  24. 24Trigger.dev: o piloto automático
  25. 25Seu primeiro job agendado
  26. 26Workflows com retry e observabilidade
  27. 27IA em background: resumos e narrativas
  28. 28Deploy do Trigger.dev e as pegadinhas
  29. 29Evolution API: WhatsApp como canal de produto
  30. 30Instância por usuário e gestão centralizada
  31. 31IA gerando resumos de conversa
  32. 32Boas práticas e armadilhas no WhatsApp
  33. 33Integrando APIs de terceiros com IA
  34. 34Anthropic SDK: Claude dentro do produto
  35. 35Resend: e-mail transacional que chega
  36. 36Google Analytics, Search Console e Ads
  37. 37Rate limit, retry, idempotência e secrets
  38. 38GitHub: CI/CD e AI Code Review como portão de qualidade
  39. 39Deploy no Google Cloud Run
  40. 40A cultura por trás do vibe coding (e o futuro)
Vibe CodingParte 13 de 40

Anatomia de um bom prompt de engenharia

2 min de leitura
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Vibe Coding

Começa o Módulo 2 — Construção com Claude Code. No post-âncora (#12) a gente viu o que é o Claude Code e onde ele entra. Agora vamos pro detalhe que mais separa quem rende de quem se frustra: como pedir. Porque a regra de ouro da série se aplica em dobro aqui — contexto vence prompt bonito.

Por que o prompt vago falha

"Arruma o login" não diz qual login, qual bug, qual comportamento esperado. A IA preenche os buracos com suposição — e suposição vira código errado. Prompt vago não economiza tempo; ele empurra o retrabalho pra frente.

As 4 partes de um bom prompt de engenharia

1. Localização

Onde, exatamente. "No career-content.ts, no procedimento createPost" vale mais que "na parte de posts". Apontar arquivo/função/tabela tira a IA do chute.

2. Comportamento atual vs. esperado

"Hoje X acontece; eu quero Y." A diferença entre os dois é a tarefa. Sem o "esperado", a IA não sabe pra onde mirar.

3. Restrições

O que não pode mudar. "Sem alterar o schema", "mantém o padrão dos outros routers", "não mexe em dado de produção". Restrição evita a IA "consertar" o que não devia.

4. Critério de pronto

Como saber que terminou. "Deve passar no typecheck", "o filtro tem que funcionar com cluster vazio". Dá um alvo verificável.

Contexto que o nosso repo já entrega de graça

No ClubPetro o CLAUDE.md (raiz + por pacote) injeta contexto automático: arquitetura, regra de RLS obrigatório, convenções, pegadinhas (.env→prod, drift DB↔Drizzle). Isso significa que você não precisa repetir o básico — o Claude Code já entra sabendo o terreno. Seu prompt foca no específico.

Exemplo: ruim → bom

  • ❌ "Cria um endpoint pra listar posts."
  • ✅ "No router recruitment.content, adiciona um listDrafts espelhando o listPosts (mesmo genteProcedure, filtro por organizationId do ctx), mas só status draft, ordenado por createdAt desc. Não muda o schema."

O segundo gera código que você quase não precisa corrigir. O primeiro gera uma conversa.

⚠️ Armadilha #13: escrever um prompt longo e genérico achando que tamanho é contexto. Contexto é específico e relevante, não volume. Três frases certeiras batem três parágrafos vagos.

Próximo da série: #14 — Plan mode: planejar antes de gerar.

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