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GitHub: repositório, PRs e CI/CD
Ferramentas
Todo código que entra na plataforma passa pelo GitHub — onde automação e IA seguram a qualidade sem travar a velocidade.
O que é
Onde mora o repositório, o fluxo de Pull Requests e o CI/CD (GitHub Actions). É o portão entre o que a gente escreve e o que vai pro ar.
Onde usamos
- Repositório deste admin (ClubPetro 2.0) — monorepo turbo.
- PRs com revisão humana + revisão por IA.
- GitHub Actions rodando os checks em toda PR pra
main.
O fluxo (como trabalhamos)
- Branch + PR sempre — nada de commit direto na
main. - Conventional commits (
feat:,fix:,refactor:…) — alimentam changelog e classificação. - Squash merge + branch deletada automaticamente (histórico limpo).
- Pra mergear: 1 aprovação humana + todos os checks verdes.
O que roda em toda PR
Só nos pacotes afetados (turbo --filter=...[origin/main]):
- Lint · Typecheck · Build · Format
- AI Code Review — Claude analisa o diff em pt-BR, com severidades critical / warning / suggestion / nitpick.
Boas práticas
- PR pequeno — o que dá pra revisar de verdade é o que pega bug.
- Descreva o porquê no PR, não só o quê.
- Secrets via GitHub Secrets/Environments, nunca no código nem no log do Action.
- Cache do turbo/deps acelera o CI — aproveite o filtro por pacote afetado.
Pegadinhas
- ⚠️ CI falhando em ~2s costuma ser billing da org, não o seu código — cheque as anotações do run antes de caçar bug.
- ⚠️
--filter=...[origin/main]roda só nos pacotes afetados + dependentes; mudança em pacote base reflete em muitos. - ⚠️ A IA pega o óbvio e o sutil; o humano decide o que importa (arquitetura, produto). Uma não substitui a outra.
- ⚠️ Worktrees vêm sem
node_modules— rodepnpm installantes de buildar.
Quando usar (e quando não)
É o caminho único pra mudança de código. Não burle o fluxo "pra ir mais rápido" — o portão existe pra ir rápido com segurança.
A revisão por IA libera o time pra revisar o que é arquitetura e produto, não vírgula e import.
Próximo da série: #07 — Google Analytics.